quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Trajeto ônibus 4111
Trajeto azul feito pelo ônibus 4111 do Anchieta ao Dom Cabral, no qual eu pego na Praça da Bandeira para descer no ultimo ponto da rua Coração Eucarístico Jesus.
domingo, 14 de agosto de 2011
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Questionário do Mapa 1
1 – Ao fazer o mapa individual (mental) do seu percurso, como você descreveria o uso dos seus sentidos ao fazer a experiência do caminho (visual, auditiva, olfativa, tatil)?
Os sentidos que utilizei na construção do percurso ''CASA/PUC'' do Mapa 1 foram à visão e a audição. A visão, pois o caminho é longe e atravessamos vários pontos importantes de Belo Horizonte e a audição, pois como venho de ônibus ha um entre e sai constante de pessoas.
2 – O que você pensa sobre essa experiência? Que raciocínio você faz sobre os lugares que considera significantes?
A experiência é muito interessante, passar por lugares que já conhecíamos e que não reparávamos e depois voltar a andar pelo mesmo caminho com outros olhos. Os lugares que se destacam no meu percurso são lugares que já conhecia e que de alguma forma já fizeram parte do meu dia-a-dia. São lugares bonitos e que marcam a historia de Belo Horizonte
3 – O que você não compreende nas coisas, situações e lugares que destaca ao longo do caminho e, entretanto gostaria de compreender?
O principal é o transito que é uma loucura e a educação das pessoas nas ruas, tudo é motivo de briga e brigas serias que podem acabar em morte, alem da sujeira em que a nossa cidade vive não custa ir ao lixo jogar os panfletos ou qualquer outra coisa.
Os sentidos que utilizei na construção do percurso ''CASA/PUC'' do Mapa 1 foram à visão e a audição. A visão, pois o caminho é longe e atravessamos vários pontos importantes de Belo Horizonte e a audição, pois como venho de ônibus ha um entre e sai constante de pessoas.
2 – O que você pensa sobre essa experiência? Que raciocínio você faz sobre os lugares que considera significantes?
A experiência é muito interessante, passar por lugares que já conhecíamos e que não reparávamos e depois voltar a andar pelo mesmo caminho com outros olhos. Os lugares que se destacam no meu percurso são lugares que já conhecia e que de alguma forma já fizeram parte do meu dia-a-dia. São lugares bonitos e que marcam a historia de Belo Horizonte
3 – O que você não compreende nas coisas, situações e lugares que destaca ao longo do caminho e, entretanto gostaria de compreender?
O principal é o transito que é uma loucura e a educação das pessoas nas ruas, tudo é motivo de briga e brigas serias que podem acabar em morte, alem da sujeira em que a nossa cidade vive não custa ir ao lixo jogar os panfletos ou qualquer outra coisa.
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Internacional Situacionista - Formação
Em 1960 é lançado o Manifesto da Internacional SItuacionista, organizado por um grupo de jovens franceses que tinham uma chamada "ideologia marginal". No fundo, buscavam uma tentativa de teorizar as práticas espontâneas desenvolvidas no seio da subcultura boemia da Rive Gauche Parisiense. Guy Debord foi o fundador, e no seu círculo incluíam-se aventureiros, poetas e marginalizados de vários âmbitos, incluindo os conhecidos Letristas. A Internacional Situacionista surgiu de uma fusão de grupos, entre eles o COBRA, os Psicogeográficos da Alemanha, o MIBI (ou Movimento Internacional para uma Bauhaus Imaginista), este último encabeçado por Asger Jorn, além de artistas como Pinot Gallizio, um químico convertido em industrial e pintor que realizou desenhos feitos com as "máquinas de pintar". Eram rolos de tela pintados com pistolas e resina, feitas com o intuito de cobrir grandes extensões da cidade. No geral, as atividades da Internacional Situacionista reuniam obras de artistas, urbanistas, cineastas e poetas.
Guy Debord, líder ideológico do movimento, assumia uma postura "contra-cultura" numa época que ele mesmo denominava como a "sociedade do espetáculo". Ele se recusava a entrar no enquadramento sugerido pelos conceitos de "usuários-tipo", clássica do Estilo Internacional e do Movimento Moderno. Quanto a esta situação social até então vigente, eles apontavam suas críticas para o efeito retardante de uma estrutura econômica opressora que exclui os usos de "efeitos afetivos". Questionavam o papel da produção cultural na cultura consumista do pós-guerra, posicionando-se assim como um grupo de dupla identidade estética e política. Fortes críticas acerca da "pasteurização" da vida cotidiana, na qual o usuários estavam "embutidos" nas " fórmulas de uso".
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